Alunos do Curso de Geografia do Polo Santa Inês vivenciaram uma experiência formativa que uniu teoria e prática durante a disciplina Sala da Educação Especial Inclusiva: da Teoria à Prática. Ao longo de três finais de semana, os estudantes participaram de atividades voltadas à compreensão dos princípios da educação inclusiva, por meio de estudos de caso, desafios pedagógicos e oficinas para a produção de recursos didáticos adaptados.
A disciplina teve como objetivo proporcionar aos futuros professores uma formação que contemplasse os fundamentos da Educação Especial e Inclusiva, articulando conhecimentos teóricos com experiências práticas voltadas à realidade das salas de aula. Durante as oficinas, os acadêmicos confeccionaram materiais inclusivos utilizando conteúdos do currículo de Geografia, promovendo a integração entre a área de formação e as demandas da educação inclusiva.
A culminância das atividades aconteceu no dia 14 de junho, com a apresentação dos recursos didáticos produzidos pelos alunos para outra turma do Programa Ensinar, para a coordenação do polo e demais participantes presentes no evento. O momento permitiu a socialização das experiências desenvolvidas ao longo da disciplina e foi encerrado com um momento de confraternização.
De acordo com a professora responsável pela disciplina, Waldelice Maria Ramos Mendes, a proposta buscou aproximar os estudantes dos desafios e das possibilidades encontradas na construção de uma educação mais inclusiva.
“A disciplina Educação Especial Inclusiva foi desenvolvida com os acadêmicos do Curso de Geografia do Polo Santa Inês. Iniciamos pela parte teórica, em seguida apresentamos metodologias e estudos de caso, além de lançarmos desafios à turma, para articular estudos teóricos e atividades práticas, permitindo aos acadêmicos vivenciarem os princípios da educação inclusiva de forma concreta. Por meio das oficinas e da proposta ‘mão na massa’, os estudantes confeccionaram recursos didáticos inclusivos contextualizados ao currículo de Geografia, vivenciando os desafios e as possibilidades da educação inclusiva. A culminância, com a apresentação dos materiais produzidos, permitiu a socialização dos mesmos com a comunidade acadêmica, evidenciando o compromisso dos futuros professores com uma educação verdadeiramente inclusiva e que se constrói a partir da integração entre teoria, prática e compromisso com a diversidade”, destacou.
Para a acadêmica Camile Vitória Araújo Guimarães, a disciplina representou uma oportunidade importante de preparação para a futura atuação profissional. “A disciplina é muito importante na nossa formação, pois nos permite compreender a educação especial e inclusiva, teoricamente e na prática. Além disso, a metodologia da professora foi alinhada à realidade das salas de aula que podemos encontrar quando formos professores. Isso foi um diferencial e conseguimos compreender teoria e prática, além de criar materiais inclusivos. Foi uma experiência muito boa”, afirmou.
A iniciativa valoriza as práticas pedagógicas inclusivas e o respeito às diferenças no ambiente escolar.



