A Universidade Estadual do Maranhão (Uema) por meio da Pró-reitoria de Extensão e Assuntos Estudantis (Proexae), deu início nesta quinta-feira (28), a programação do II Fórum Acadêmico Indígena da Uema com a mesa-redonda “Universidade, território e protagonismo indígena: desafios contemporâneos da permanência”
O evento teve como objetivo fortalecer o debate sobre os desafios e perspectivas da permanência estudantil indígena no ambiente universitário.
Estiveram presentes na mesa, a Representante da Rede Acadêmica Indígena da UFMS, Edileuza Costa Andre e o Coordenador do Programa Povos Indígenas (ISPN), João Guilherme Nunes Cruz, com mediação da assessora do ODS/Uema, Ariadne Enes Rocha.
A programação teve início com uma apresentação cultural indígena, seguida da mesa-redonda, que debateu questões relacionadas à permanência indígena na universidade. O momento também contou com a participação do público presente, que compartilhou experiências, trajetórias de formação e reflexões sobre a relação entre os desafios acadêmicos e as dificuldades enfrentadas nos territórios indígenas.
Ainda na parte da manhã, o evento promoveu com o painel “Avanços e perspectivas após o I Fórum Acadêmico Indígena da Uema (2024)”, com a presença da Pró-reitora da Proexae, Ilka Serra, do Pró-Reitor de Planejamento e Administração (Proplad), Thiago Cardoso e de estudantes indígenas da universidade.
Segundo o representante do ISPN, João Guilherme Cruz, o debate destacou a importância do diálogo entre universidades, sociedade civil e estudantes indígenas para o fortalecimento da universidade.
“Hoje debatemos diversas questões, com ampla participação e escuta da plenária, que compartilhou suas vivências. Também discutimos como podemos aprofundar essa parceria e fortalecer o diálogo entre as universidades, a sociedade civil organizada e os estudantes de territórios indígenas, que fazem parte e engrandecem o debate e a própria universidade”, disse.










